Os maiores mitos sobre terceirização e por que eles ainda atrapalham decisões estratégicas

Mito é aquilo que se espalha no imaginário popular sem compromisso com a verdade. E o problema é que, quando um mito se repete demais, ele começa a parecer um fato.

No mundo industrial, isso acontece com frequência quando o assunto é terceirização.

Mesmo sendo uma prática consolidada, com ganhos claros em produtividade, gestão e foco no core business, muitos gestores ainda tomam decisões baseadas em crenças equivocadas e isso custa caro.

Mito 1: “A terceirização prejudica o trabalhador”

Esse é, disparado, o mito mais comum e também o mais equivocado.

Existe a crença de que o trabalhador terceirizado perde direitos, recebe menos ou fica desprotegido. Mas isso não corresponde à realidade.

Segundo Renato Pádua, gerente comercial da CWBem:

“O maior mito é que a terceirização prejudica o trabalhador. Como a empresa terceirizada é a responsável por cumprir todas as obrigações trabalhistas, quem é contratado não deixa de ganhar seu salário nem suas garantias, como FGTS, INSS, férias e 13º salário.”

Ou seja:
Os direitos trabalhistas são exatamente os mesmos.

O vínculo muda, mas as obrigações legais continuam existindo e precisam ser rigorosamente cumpridas pela empresa terceirizada.

Na prática, quando feita corretamente, a terceirização organiza a relação de trabalho, traz mais previsibilidade e reduz riscos tanto para a indústria quanto para o profissional.

Mito 2: “Qualquer empresa pode oferecer terceirização”

Outro erro bastante comum.

Terceirização não é simplesmente alocar pessoas. Ela exige:

  • Capacidade técnica
  • Estrutura operacional
  • Conhecimento dos processos do cliente
  • Cumprimento rigoroso das normas legais, de segurança e qualidade

Como explica Renato:

“Existe toda uma legislação e é um erro pensar que qualquer empresa pode oferecer essa solução. Existem requisitos legais e o fator experiência de mercado faz toda a diferença.”

Na indústria, isso é ainda mais crítico. Uma terceirização mal estruturada gera falhas operacionais, traz consigo sérios problemas trabalhistas, a consequente queda na produtividade e, talvez o mais grave, riscos à segurança do trabalhador.

Por isso, terceirizar não é “transferir o problema”, e sim confiar uma parte estratégica da operação a quem realmente entende do assunto.

Mito 3: “Terceirização sai mais caro”

À primeira vista, pode parecer que sim.Mas essa análise costuma ser superficial.

Quando se olha apenas para o valor do contrato e se ignora o custo total da operação, o raciocínio fica incompleto.

Renato resume bem:

“A empresa contratante precisa pagar pela aplicação da solução, mas há economia com contratação direta e gestão operacional.”

Na prática, a terceirização reduz custos ligados a:

  • Encargos trabalhistas
  • Absenteísmo
  • Férias e afastamentos
  • Substituições emergenciais
  • Gestão diária de pessoas
  • Mobilização rápida de mão de obra

Além disso, a terceirização permite que a gestão foque no que realmente gera valor: o core business.

Resultado?
Menos improviso, menos retrabalho e mais eficiência operacional.

O problema não é a terceirização. É a desinformação.

Quando bem planejada e executada por uma empresa especializada, se torna uma ferramenta estratégica de gestão, especialmente para indústrias que precisam escalar rápido com produtividade em alta.

Desconstruir esses mitos é o primeiro passo para tomar decisões mais conscientes e alinhadas à realidade do mercado.

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